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Porque mais conteúdo não resolve uma estratégia confusa.

O volume não compensa uma decisão por terminar. Um argumento curto e directo a favor de escolher primeiro.

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Quando o marketing não está a funcionar, o instinto mais comum é publicar mais. Postar com mais frequência. Adicionar outro canal. Lançar uma newsletter. Experimentar short-form. Abrir um TikTok. Refazer o website.

Quase nunca resulta, porque o problema raramente é falta de conteúdo. O problema é que ninguém terminou a frase.

A frase por terminar

Estratégia, no seu mínimo, é uma frase: servimos esta pessoa, com esta oferta, neste momento, e ganhamos por causa disto. Quando essa frase é nítida, o conteúdo escreve-se sozinho. Quando é difusa, o conteúdo multiplica-se e não clarifica nada.

Publicar dentro de uma frase difusa não é neutro. Piora activamente. Cada post adiciona uma camada de ruído que a audiência tem de interpretar. A marca começa a significar um pouco de tudo, o que é funcionalmente indistinguível de não significar nada.

O que fazer em vez disso

Parar e terminar a frase. Em voz alta, no papel, numa sala com as pessoas que a podem mudar. O exercício é desconfortável porque obriga a escolher. Escolher um comprador significa não perseguir três. Escolher um posicionamento significa abdicar dos outros.

Assim que essa escolha existe, a pergunta sobre conteúdo muda de forma. Deixa de ser 'o que vamos publicar esta semana?' e passa a ser 'o que precisa o nosso comprador de ler, ver ou ouvir para se mover de onde está para onde queremos que esteja?'

Essa lista é muito mais pequena. E muito mais útil.

Se isto faz sentido, o próximo passo não é um briefing maior. É uma conversa de trinta minutos.

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